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2 de janeiro de 2018

Os invisíveis - pessoas em situação de rua

Atores invisíveis da sociedade, os moradores de rua passam despercebidos para a maioria das pessoas. Mas cada um deles, tem a sua história de vida, seu passado, suas decepções, suas alegrias e tristezas, amarguras e decepções. O motivo que os levou a viver pelas ruas, somente eles sabem. E não cabe a nós julgá-los. 

Aqui na minha cidade, tem um trabalho muito bacana que busca atender cada um de forma a resgatar a sua cidadania.  Esse trabalho conta com uma equipe de profissionais bem engajada e uma estrutura humanitária, digna e acolhedora.

Adoro compartilhar ações como esta, pois fazem a diferença na vida de quem passa pelas dificuldades da rua.

Então, assista ao vídeo e conheça o espaço e como é possível mudar a vida de muita gente.






Obrigada por ter passado por aqui.

Beijos, 
Dalva


30 de dezembro de 2016

O que é a Vida?

Estava eu fazendo um "balanço" de 2016, quando recebi o vídeo anexo, me trazendo algumas reflexões: 
O que é a vida?

Se tivéssemos pouco tempo de vida, faríamos exatamente o que estamos fazendo agora? Nossa agenda teria os mesmos compromissos? Quais seriam as nossas prioridades?

Quem conhece a melhor resposta?

Posso não saber definir a vida de forma exata, mas sei o que de bom nela eu tenho. Tenho uma linda família que é a minha "mola propulsora". É onde encontro a paz, o conforto e o verdadeiro e mais puro amor. Nessa vida, tenho a felicidade de perceber que meus filhos cresceram e se tornaram excelentes pessoas e darão continuidade à minha história. Com eles, eu aprendo todos os dias e me esforço para aplicar os ensinamentos. 

Aprendi com a minha filha: "Mãe, a mágoa só faz mal pra quem sente". Então, quero me importar menos (ou nem me importar) com àqueles que não gostam de mim ou que me fazem mal. Quero me esforçar para só nutrir sentimentos bons. 

Aprendi com o meu filho: "Mãe, a única pessoa que eu posso mudar, sou eu mesmo. Ninguém mais". Portanto, pretendo aplicar e entender de uma vez por todas, que ninguém consegue mudar ninguém. Que a mudança que queremos ver nos outros, tem que acontecer dentro de nós. 

Então, quero planejar um ano novo redefinindo prioridades: quero cuidar mais de mim e de quem está ao meu redor, quero me importar menos com coisas sem importância e quero dedicar mais tempo àquilo que realmente vale à pena. Quero descomplicar a minha agenda!

Que 2017 me permita colocar tudo isso em prática. Que esse ano seja mais leve como de fato a vida tem que ser...

Seja bem vindo ano novo...  <3 <3 <3 <3


25 de julho de 2016

Lobos em pele de cordeiro

Conforme o tempo passa, a gente vai aprendendo sobre várias coisas da vida. Coisas boas e outras nem tanto. Entre todas as coisas, aprendemos que as pessoas não são exatamente como pensamos ou como deveriam ser.

Convivemos com diversos tipos de pessoas. Algumas nos surpreendem pelo jeito bom e alegre de ser e outras, nos surpreendem pelo “mau-caratismo” mesmo. Essas, são terríveis, pois se vestem de cordeiros, sendo lobos muito mal intencionados. São as piores!!

Pensa, você confiar ou gostar de uma pessoa e descobrir que ela não vale nada é uma lambada na canela! Sei que isso é mais comum que se imagina, mas confesso que eu ainda não consigo entender, nem aceitar isso.

Geralmente, consigo lidar bem com esse tipo de pessoa, mas às vezes, fico extremamente decepcionada e triste pelo tamanho da decepção.

Por causa dessas pessoas, passamos a desconfiar de todo mundo e é ruim viver assim. Desconfio de cada um que passa a conviver comigo. Penso: “Que pessoa bacana!” Mas daí, vem aquela vozinha dizendo: “Será mesmo?”

Enfim, não devemos lamentar por isso, pois o mundo dá voltas e, aos poucos, as máscaras dessas pessoas vão caindo. É um aprendizado não só pra quem foi “vítima” delas, mas também pra elas mesmo que deverão, um dia, ter uma bela lição. O tempo se encarrega de ajeitar as coisa.

O bom de conviver com essas pessoas é que a gente aprende exatamente a como não ser. Quem nunca conviveu com alguém assim?


Vivendo e aprendendo...

Imagem da Internet

Beijos,
Dalva