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25 de julho de 2016

Lobos em pele de cordeiro

Conforme o tempo passa, a gente vai aprendendo sobre várias coisas da vida. Coisas boas e outras nem tanto. Entre todas as coisas, aprendemos que as pessoas não são exatamente como pensamos ou como deveriam ser.

Convivemos com diversos tipos de pessoas. Algumas nos surpreendem pelo jeito bom e alegre de ser e outras, nos surpreendem pelo “mau-caratismo” mesmo. Essas, são terríveis, pois se vestem de cordeiros, sendo lobos muito mal intencionados. São as piores!!

Pensa, você confiar ou gostar de uma pessoa e descobrir que ela não vale nada é uma lambada na canela! Sei que isso é mais comum que se imagina, mas confesso que eu ainda não consigo entender, nem aceitar isso.

Geralmente, consigo lidar bem com esse tipo de pessoa, mas às vezes, fico extremamente decepcionada e triste pelo tamanho da decepção.

Por causa dessas pessoas, passamos a desconfiar de todo mundo e é ruim viver assim. Desconfio de cada um que passa a conviver comigo. Penso: “Que pessoa bacana!” Mas daí, vem aquela vozinha dizendo: “Será mesmo?”

Enfim, não devemos lamentar por isso, pois o mundo dá voltas e, aos poucos, as máscaras dessas pessoas vão caindo. É um aprendizado não só pra quem foi “vítima” delas, mas também pra elas mesmo que deverão, um dia, ter uma bela lição. O tempo se encarrega de ajeitar as coisa.

O bom de conviver com essas pessoas é que a gente aprende exatamente a como não ser. Quem nunca conviveu com alguém assim?


Vivendo e aprendendo...

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Beijos,
Dalva

24 de maio de 2016

Eu e a Lei de Murphy

A lei de Murphy é mesmo implacável!! Estava eu no supermercado, já com as minhas comprinhas prontas pra passar no caixa. Eram apenas 4 itens e, como sempre faço, procurei um com menos fila até encontrar um que só tinha duas pessoas (uma já passando as compras e a outra esperando). Resolvi ficar por ali mesmo.

Na espera, eis que o cartão do cliente que estava sendo atendido, deu problema. Sei lá o que era, mas não passava, de jeito nenhum. A moça do caixa insistia até que resolveu chamar um suporte para ajudá-la. E o negócio, começou a demorar... Comecei a observar os demais caixas e vi as pessoas que chegaram depois de mim, indo embora já.

Enquanto a atendente do meu caixa, mais a "ajudante" estavam "lutando" com o cartão do homem... (afff!) me "reneguei" e fui para outro caixa, que só tinha uma senhora passando as compras e que, supostamente, seria mais rápido. Porém, ela resolveu pagar em cheque. Daí, veio a pergunta da atendente: "A senhora possui cadastro conosco?" A mulher disse que sim.

E, como não poderia deixar de acontecer, devido a Lei de Murphy, começou a demora de novo... E sabe por que? Porque a atendente iniciou a busca pelo cadastro da mulher no sistema e não localizava nunca!!!! Resultado? A mulher não tinha o tal do cadastro! Teriam que fazer outro... daí, como é de praxe, a atendente solicitou todos os documentos da mulher. 

A essa altura, o homem do cartão do outro caixa, já estava indo embora e eu poderia estar sendo atendida, se lá tivesse ficado... :(

Lá se foram mais alguns preciosos minutos da minha vida. Mas resolvi esperar porque se mudasse, daria no mesmo.  Então, né? Enfim, após o cadastro pronto, a mulher quis saber pra quando poderia "pré-datar" o cheque. Quando soube da resposta, analisou e disse: "Ah, então nem compensa! Vou pagar no cartão de crédito mesmo".

Nessa hora, quase chorei...

Imagem da Internet

Então, provo aqui, mais uma vez a força da Lei de Murphy! Se alguma coisa tiver cinquenta por cento de chance de dar errado, dará! Quer um conselho? Quando estiver em filas de supermercado, nunca mude!

Beijos,
Dalva

25 de março de 2016

Mãe General

Minha mãe ficou viúva muito jovem e teve de se virar sozinha com os filhos. Naquela época, a educação dada às crianças não era nem perto do que é hoje! Respeitávamos nossos pais à base de palmadas, cintadas, chineladas e outros... rsrsrs 

Não era fácil ser criança. Quem aprontava, não escapava de um castigo, seja doído ou apenas ficar num canto da casa sem sair mesmo. Não que tenha sido tão ruim assim (embora, doíam as palmadas sim... haha), mas era a forma que nossa mãe encontrava para dar conta de nós, sem que "desviássemos dos caminhos certos".

Enfim, sobrevivemos e hoje, somos adultos bem educados e bem resolvidos que, não tenho dúvidas, foi pela educação que ela nos deu. Não foi fácil para uma jovem senhora assumir tanta responsabilidade sozinha, como trabalhar fora, cuidar da casa e educar três filhos. Compreensíveis as atitudes.

É fato que a fama de "General" ainda se mantém até os dias de hoje, mas quem sofre com as broncas e olhares dela, não somos nós, os filhos, agora, quem assume as broncas sozinho, é nosso padastro. Pobre homem... haha

Cada vez que nos reunimos em casa, ele revela os "castigos" que sofre pela "mãe-general" e nos acabamos em risadas e "compadecência" com ele... rsrs

O último causo que ele nos contou foi de uma situação em que, numa noite fresquinha, ele foi dormir depois de nossa mãe e viu que ela dormia toda encolhidinha, com a cobertinha tampando até a cabeça. Ele achou graça da "pose de caramujo" e resolveu aprontar com ela. 

Na primeira vez, disse que puxou a coberta bem devagarinho até os pés dela e ela, sonolenta, só puxou a coberta de volta sem dizer nada. Na segunda, qdo ele foi puxar de novo, ela deu uma seguradinha, mas ele puxou de novo até seus pés. Ela buscou de volta.

Na terceira tentativa, ele teve a ousadia de sacudir a coberta como se estivesse estendendo um lençol arremessando pra cima. Neste exato momento, ele assinou a sua sentença de morte!!! Dona Isolde (nome da nossa rainha), num ímpeto, levantou-se e deu uma baita bronca nele sem parar de falar por horas e horas e horas!!!  hahaha (Conheço bem isso... rs)

Ele, ficou todo sem jeito, parecia um cãozinho sem dono e não restou-lhe deitar ao lado e assumir as consequências... hahaha Mas tudo bem, ele sobreviveu, dormiu depois com as orelhas quentes e ainda passou o dia seguinte ouvindo as broncas... kkkkk

O mais engraçado disso tudo é que ele sempre nos conta isso. Leva bronca e vem "xurimingar" conosco... Daí, minha mãe nos fala: "Ele tem medo mas não tem vergonha..." hahaha Segundo ele, aproveita pra desabafar quando estamos lá, pois sente-se seguro... Embora, já sabe que vai levar outra bronca quando a gente for embora de novo... 

Mas contos à parte, esse é o jeito da nossa mamis. Foi e é uma guerreira, pois venceu muitas situações difíceis, teve perdas importantes na vida e sempre se virou sozinha e resolveu seus problemas. Por fim, conheceu nosso padastro com quem recomeçou uma nova vida e vivem felizes para sempre: ela manda e ele obedece... hehe <3

Imagem da Internet


Beijos,
Dalva