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30 de dezembro de 2016

O que é a Vida?

Estava eu fazendo um "balanço" de 2016, quando recebi o vídeo anexo, me trazendo algumas reflexões: 
O que é a vida?

Se tivéssemos pouco tempo de vida, faríamos exatamente o que estamos fazendo agora? Nossa agenda teria os mesmos compromissos? Quais seriam as nossas prioridades?

Quem conhece a melhor resposta?

Posso não saber definir a vida de forma exata, mas sei o que de bom nela eu tenho. Tenho uma linda família que é a minha "mola propulsora". É onde encontro a paz, o conforto e o verdadeiro e mais puro amor. Nessa vida, tenho a felicidade de perceber que meus filhos cresceram e se tornaram excelentes pessoas e darão continuidade à minha história. Com eles, eu aprendo todos os dias e me esforço para aplicar os ensinamentos. 

Aprendi com a minha filha: "Mãe, a mágoa só faz mal pra quem sente". Então, quero me importar menos (ou nem me importar) com àqueles que não gostam de mim ou que me fazem mal. Quero me esforçar para só nutrir sentimentos bons. 

Aprendi com o meu filho: "Mãe, a única pessoa que eu posso mudar, sou eu mesmo. Ninguém mais". Portanto, pretendo aplicar e entender de uma vez por todas, que ninguém consegue mudar ninguém. Que a mudança que queremos ver nos outros, tem que acontecer dentro de nós. 

Então, quero planejar um ano novo redefinindo prioridades: quero cuidar mais de mim e de quem está ao meu redor, quero me importar menos com coisas sem importância e quero dedicar mais tempo àquilo que realmente vale à pena. Quero descomplicar a minha agenda!

Que 2017 me permita colocar tudo isso em prática. Que esse ano seja mais leve como de fato a vida tem que ser...

Seja bem vindo ano novo...  <3 <3 <3 <3


25 de julho de 2016

Lobos em pele de cordeiro

Conforme o tempo passa, a gente vai aprendendo sobre várias coisas da vida. Coisas boas e outras nem tanto. Entre todas as coisas, aprendemos que as pessoas não são exatamente como pensamos ou como deveriam ser.

Convivemos com diversos tipos de pessoas. Algumas nos surpreendem pelo jeito bom e alegre de ser e outras, nos surpreendem pelo “mau-caratismo” mesmo. Essas, são terríveis, pois se vestem de cordeiros, sendo lobos muito mal intencionados. São as piores!!

Pensa, você confiar ou gostar de uma pessoa e descobrir que ela não vale nada é uma lambada na canela! Sei que isso é mais comum que se imagina, mas confesso que eu ainda não consigo entender, nem aceitar isso.

Geralmente, consigo lidar bem com esse tipo de pessoa, mas às vezes, fico extremamente decepcionada e triste pelo tamanho da decepção.

Por causa dessas pessoas, passamos a desconfiar de todo mundo e é ruim viver assim. Desconfio de cada um que passa a conviver comigo. Penso: “Que pessoa bacana!” Mas daí, vem aquela vozinha dizendo: “Será mesmo?”

Enfim, não devemos lamentar por isso, pois o mundo dá voltas e, aos poucos, as máscaras dessas pessoas vão caindo. É um aprendizado não só pra quem foi “vítima” delas, mas também pra elas mesmo que deverão, um dia, ter uma bela lição. O tempo se encarrega de ajeitar as coisa.

O bom de conviver com essas pessoas é que a gente aprende exatamente a como não ser. Quem nunca conviveu com alguém assim?


Vivendo e aprendendo...

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Beijos,
Dalva

24 de maio de 2016

Eu e a Lei de Murphy

A lei de Murphy é mesmo implacável!! Estava eu no supermercado, já com as minhas comprinhas prontas pra passar no caixa. Eram apenas 4 itens e, como sempre faço, procurei um com menos fila até encontrar um que só tinha duas pessoas (uma já passando as compras e a outra esperando). Resolvi ficar por ali mesmo.

Na espera, eis que o cartão do cliente que estava sendo atendido, deu problema. Sei lá o que era, mas não passava, de jeito nenhum. A moça do caixa insistia até que resolveu chamar um suporte para ajudá-la. E o negócio, começou a demorar... Comecei a observar os demais caixas e vi as pessoas que chegaram depois de mim, indo embora já.

Enquanto a atendente do meu caixa, mais a "ajudante" estavam "lutando" com o cartão do homem... (afff!) me "reneguei" e fui para outro caixa, que só tinha uma senhora passando as compras e que, supostamente, seria mais rápido. Porém, ela resolveu pagar em cheque. Daí, veio a pergunta da atendente: "A senhora possui cadastro conosco?" A mulher disse que sim.

E, como não poderia deixar de acontecer, devido a Lei de Murphy, começou a demora de novo... E sabe por que? Porque a atendente iniciou a busca pelo cadastro da mulher no sistema e não localizava nunca!!!! Resultado? A mulher não tinha o tal do cadastro! Teriam que fazer outro... daí, como é de praxe, a atendente solicitou todos os documentos da mulher. 

A essa altura, o homem do cartão do outro caixa, já estava indo embora e eu poderia estar sendo atendida, se lá tivesse ficado... :(

Lá se foram mais alguns preciosos minutos da minha vida. Mas resolvi esperar porque se mudasse, daria no mesmo.  Então, né? Enfim, após o cadastro pronto, a mulher quis saber pra quando poderia "pré-datar" o cheque. Quando soube da resposta, analisou e disse: "Ah, então nem compensa! Vou pagar no cartão de crédito mesmo".

Nessa hora, quase chorei...

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Então, provo aqui, mais uma vez a força da Lei de Murphy! Se alguma coisa tiver cinquenta por cento de chance de dar errado, dará! Quer um conselho? Quando estiver em filas de supermercado, nunca mude!

Beijos,
Dalva

25 de março de 2016

Mãe General

Minha mãe ficou viúva muito jovem e teve de se virar sozinha com os filhos. Naquela época, a educação dada às crianças não era nem perto do que é hoje! Respeitávamos nossos pais à base de palmadas, cintadas, chineladas e outros... rsrsrs 

Não era fácil ser criança. Quem aprontava, não escapava de um castigo, seja doído ou apenas ficar num canto da casa sem sair mesmo. Não que tenha sido tão ruim assim (embora, doíam as palmadas sim... haha), mas era a forma que nossa mãe encontrava para dar conta de nós, sem que "desviássemos dos caminhos certos".

Enfim, sobrevivemos e hoje, somos adultos bem educados e bem resolvidos que, não tenho dúvidas, foi pela educação que ela nos deu. Não foi fácil para uma jovem senhora assumir tanta responsabilidade sozinha, como trabalhar fora, cuidar da casa e educar três filhos. Compreensíveis as atitudes.

É fato que a fama de "General" ainda se mantém até os dias de hoje, mas quem sofre com as broncas e olhares dela, não somos nós, os filhos, agora, quem assume as broncas sozinho, é nosso padastro. Pobre homem... haha

Cada vez que nos reunimos em casa, ele revela os "castigos" que sofre pela "mãe-general" e nos acabamos em risadas e "compadecência" com ele... rsrs

O último causo que ele nos contou foi de uma situação em que, numa noite fresquinha, ele foi dormir depois de nossa mãe e viu que ela dormia toda encolhidinha, com a cobertinha tampando até a cabeça. Ele achou graça da "pose de caramujo" e resolveu aprontar com ela. 

Na primeira vez, disse que puxou a coberta bem devagarinho até os pés dela e ela, sonolenta, só puxou a coberta de volta sem dizer nada. Na segunda, qdo ele foi puxar de novo, ela deu uma seguradinha, mas ele puxou de novo até seus pés. Ela buscou de volta.

Na terceira tentativa, ele teve a ousadia de sacudir a coberta como se estivesse estendendo um lençol arremessando pra cima. Neste exato momento, ele assinou a sua sentença de morte!!! Dona Isolde (nome da nossa rainha), num ímpeto, levantou-se e deu uma baita bronca nele sem parar de falar por horas e horas e horas!!!  hahaha (Conheço bem isso... rs)

Ele, ficou todo sem jeito, parecia um cãozinho sem dono e não restou-lhe deitar ao lado e assumir as consequências... hahaha Mas tudo bem, ele sobreviveu, dormiu depois com as orelhas quentes e ainda passou o dia seguinte ouvindo as broncas... kkkkk

O mais engraçado disso tudo é que ele sempre nos conta isso. Leva bronca e vem "xurimingar" conosco... Daí, minha mãe nos fala: "Ele tem medo mas não tem vergonha..." hahaha Segundo ele, aproveita pra desabafar quando estamos lá, pois sente-se seguro... Embora, já sabe que vai levar outra bronca quando a gente for embora de novo... 

Mas contos à parte, esse é o jeito da nossa mamis. Foi e é uma guerreira, pois venceu muitas situações difíceis, teve perdas importantes na vida e sempre se virou sozinha e resolveu seus problemas. Por fim, conheceu nosso padastro com quem recomeçou uma nova vida e vivem felizes para sempre: ela manda e ele obedece... hehe <3

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Beijos,
Dalva

1 de março de 2016

Paz, amor e gentileza

Estava passeando pelo centro da cidade com a minha filha quando nos deparamos com alguns hippies vendendo artesanatos feitos na hora, por eles mesmos.

Fiquei olhando, meio que de longe, com um "sorriso mental" para o grupo, quando um deles me abordou, educadamente, me perguntando: 
- "Moça, qual o seu nome?" 
- "Dalva" - Respondi e ele, gentilmente, me perguntou: 
- "Se eu fizesse um trabalho com o seu nome, você compraria?"

Respondi que sim, mas naquela ocasião, estava com pressa e continuei meu caminho. Enquanto caminhávamos, minha filha disse: 
- "Percebeu que em meio a tantas pessoas, ele só te abordou? É provável que ele se identificou com o teu estilo, né?"

Fiquei pensativa e respondi a ela: 
- "Acho que não foi isso. Talvez eu tenha transmitido algo que o fez simpatizar comigo. Percebi que, entre tanta gente, apenas eu olhei em seus olhos e sorri pra ele..."

É incrível como um contato visual gera uma certa confiança, né? Naturalmente, o hippie sentiu-se seguro em me abordar e assim o fez. Como não poderia deixar de ser, agi como faria com qualquer pessoa: educadamente. 

Infelizmente, eu percebo que várias pessoas ignoram os hippies, subestimando seu trabalho ou seu modo de viver. Já eu, não sou assim. Não os ignoro, aliás, muito pelo contrário! Admiro seus estilos e a coragem de viver "desapegados" de um monte de coisas que nós não vivemos sem. Retribuo o contato da melhor forma, afinal, não me custa ser gentil.

Aprendi que gentileza gera gentileza e isso não é só clichê não. É a mais pura verdade... já tentou tratar alguém de forma grosseira? Obviamente, a reação será a mesma. Então, por que não transmitir energias boas? Um sorriso?

Depois, fiquei pensando... minha filha tinha razão. Ele se identificou comigo sim, mas não pelo estilo e sim por minha simpatia ser igual a dele. Dias depois, resolvi voltar àquele local novamente porque queria comprar o artesanato. Porém, para minha frustração, eles não estavam mais lá... sim, são nômades e eu esqueci desse detalhe.

Lamentei por não ter comprado e contribuído para o trabalho do hippie naquele dia. Perdi a oportunidade de satisfazê-lo com a venda e também deixei de ter o meu nome trabalhado por suas mãos. Outro aprendizado: não deixe para outo dia o que pode fazer hoje!! 

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Beijos,
Dalva

10 de fevereiro de 2016

Já acabou o carnaval?

Gente, desculpe... mas não sou dessas que ama, curte e acha o carnaval super legal. Sou chata mesmo. Prefiro ficar quietinha em casa assistindo filmes com pipoca do que correr atrás de um trio elétrico... alguns vão dizer que é coisa da idade. Ok, que seja! Mas definitivamente, não gosto. "Pulo" sempre pra fora do carnaval. 

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Primeiramente, porque vejo muito dinheiro envolvido que poderia ser aplicado em programas sociais (saúde, educação, habitação, etc... que estão um caos no país). Nesse caso, para os grandes carnavais em que envolve dinheiro público. Já os carnavais de cidades ou locais menores, tudo bem, porque é o povo que tira o dinheiro do bolso. Afinal, cada um gasta como quer.

Além do mais, querem censurar tantas coisas, como os casamentos homoafetivos, julgam mães que amamentam em locais públicos, criticam tatuados, religiosos, etc... mas permitem corpos semi-nus, coloridos, cheios de purpurinas, pessoas exagerando na bebida e se tornando chatas! Tô fora!

Veja bem, não estou aqui criticando quem gosta, viu? Gosto é gosto e não se discute. Admiro os corajosos que ainda tem pique para curtir os carnavais Brasil afora. Lembro da minha adolescência que até frequentei alguns bailes de carnaval, mas lá era outra coisa... fantasias descentes e engraçadas, com brincadeiras sadias e sem maldades. 

Enfim, não me julgue por isso. É apenas, a minha opinião e essa não conta, diante de todos os milhões de brasileiros que curtem essa festa. Entendo que faz parte da nossa cultura e tal, mas não consigo apreciá-la. Fico bemmm longe.

Agora, sem ser hipócrita, vou dizer que tem algo que gosto no carnaval, sim. O feriado... hahaha Aproveito para colocar minhas coisas em dia, assistir meus filmes, fazer comidinhas gostosas, curtir com a família e amigos que compartilham do mesmo sentimento. 


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E pra isso que vivemos num mundo democrático! Cada um com seus gostos... viva a diversidade!!

Beijos, 
Dalva

28 de janeiro de 2016

A mala vermelha

Os aeroportos são locais cheios de histórias pra contar, né? Das minhas passagens por lá, não havia ainda acontecido nada de diferente, até então.

Pra não passar por esta vida sem uma “história de aeroporto” pra contar, eis que essa semana, ao buscar minha filha de uma viagem, algo curioso aconteceu. Eu a esperava no portão de desembarque quando vi um cidadão vindo com uma mala idêntica a dela.

Comentei com meu esposo: “Essa mala é da Jéssica!” Lógico que ele resistiu e disse: “Existem milhões de malas iguais...” Eu não me conformei e disse pra ele ir atrás do homem porque poderia sim ser a dela. E Ele foi um pedaço e desistiu, pois achou que estava indo em vão. Tinha esperança que a mala não fosse a dela.

Por fim, lá vem a Jéssica, depois de todos os passageiros do mundo terem saído do portão, vinha ela toda triste porque não encontrou a mala, dizendo que ficou apenas outra mala vermelha na esteira... ouvimos isso e saímos correndo como loucos atrás do tal homem!!!!


Obviamente, não o encontramos mais. Se perdeu na multidão e foi embora com a mala dela. Então, fomos aos atendentes da companhia aérea, pedir orientação pois obviamente que o “ser distraído” trocou as malas uma vez que outra mala vermelha ficou na esteira. Primeira notícia nada boa: o contato que tinham do tal passageiro era da agência de viagens na qual o cidadão comprou a passagem e que, por sua vez, aquele horário não estavam em atendimento. 

Pronto! Pensamos: "só vamos resgatar a mala amanhã" (a essa altura já era quase meia noite). E, de fato, no dia seguinte começa a maratona atrás do "homem da mala vermelha". Primeiro contato da companhia aérea com a agência não teve sucesso, pois informaram que não poderiam passar os dados do cliente... Me informaram isso e não me conformei. Pedi o contato da agência e, pra minha surpresa, também não quisera me dar porque iriam resolver.

Humpf!! A essa altura (tipo umas 10:00 hs da manhã), eu já estava agoniada porque ninguém me dava uma informação correta e a minha filha na maior tristeza porque estava com a intuição de que nunca mais iria ver suas coisinhas...

Só sei que fiz uns dez contatos com a companhia aérea até que, enfim, o homem me liga pra dizer que estava com a mala. ALELUIA!!!! Cheguei a ficar até com uma peninha dele, pois me pediu desculpas um milhão de vezes, todo sem jeito. Disse que ficou muito mal quando percebeu que a mala não era dele e que iria devolver o mais breve possível. Ou seja, ainda existe gente boa nesse mundo (e distraída, diga-se de passagem). 

Pensei com meus botões: Você utiliza uma mala vermelha para diferenciá-la e destacá-la das demais que são pretas ou, no máximo, azul-escuro, mas incrivelmente, outra pessoa pensa como você. Mais incrivelmente ainda, essa pessoa acredita que só existe a mala vermelha dela!

Moral da história: Sempre vai ter alguém roubando suas ideias... e levando suas malas. hahahaha

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Ps. A saber, ele devolveu a mala no dia seguinte a tarde. 

Beijos,
Dalva

14 de janeiro de 2016

Do nada, alguém te ensina algumas lições.

Adoro sair com a minha filha. Aproveitando ainda nossas férias, fomos tomar um café e, entre vários trabalhadores do local escolhido, um nos chamou a atenção. Era um garçom que atendia de forma diferenciada aos clientes.

Na verdade, eu não deveria me surpreender com o seu jeito, pois todos que trabalham com atendimento, deveriam ser como ele. Observamos a forma com que ele abordava cada cliente e ficamos encantadas, pois foi extremamente simpático e atencioso com TODOS. Mas por que me espantei né? 

Porque, geralmente, não somos acostumados com esse tipo de atendimento, infelizmente. Não se vê mais aquela ternura no olhar nem um sorriso cordial. Enquanto os outros trabalhadores daquele local, atendiam friamente e,  alguns, até mau-humorados, este, estava sempre exibindo um sorriso simpático e acolhedor.

Nos questionamos como e por que ele era assim. Concluímos que era uma pessoa realizada com o seu trabalho e feliz. E olha, esse garçom não era novo no local, muito pelo contrário! Já trabalha ali há muitos anos.

Certamente, não é uma pessoa amarga que leva seus problemas para o trabalho e, ainda, não é do tipo que desconta os problemas em pessoas alheias à sua vida. É o tipo de pessoa que a gente deveria se inspirar e aprender como lidar com os outros.

Só sei que fiquei muito feliz em ter sido atendida por ele e, certamente, sempre que voltar lá, quero que ele me atenda. E o que aprendi com ele? Que a vida é bela! Que não podemos misturar nossos problemas com nosso trabalho. Aprendi que quando somos bons com os outros, somos bons conosco também. 

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Beijos,
Dalva

8 de janeiro de 2016

Quem tem medo de barata? E da barata voadora?

Não sei vocês, mas eu tenho nojinho/medo de baratas. Entendo que ela é apenas um pequeno inseto e tem seu propósito de vidinha dela. Ok. Mas daí, a bicha voar, já é demais, né??

Dias atrás, em uma noite muito quente (típica do verão blumenauense), com todas as janelas abertas, adivinha??? Uma barata voadora, tamanho extra grande, entrou toda desnorteada pela casa e me deixou em pânico. Obviamente, que ela voaria até mim em questão de segundos, pois as danadas procuram quem tem medo, né? Ou seria a Lei de Murphy? 

Enfim, após acompanhá-la em seu voo, esperei que pousasse num lugar visível para que eu pudesse me proteger, claro. No entanto, a danada simplesmente, desapareceu. Por fim, já estava até esquecendo da presença dela por ali e estávamos conversando quando reparei que ela estava na cabeceira da cadeira em que a namorada do meu filho estava sentada.

Foi aí, que pensei em salvá-la daquele gigante inseto voador e disse: "Hany, não se mova. A barata está bem atrás da sua cabeça. Não olha." Nem terminei a frase e a moça virou a cabeça rapidamente, assustando a bicha e fazendo com que ela alçasse voo novamente pela casa. E não poderia ser diferente, ela voou em minha direção!!!!

Dei aquele gritinho básico, estridente e fiz um monte de barulhos, pois me deu dezesseis tipos de coisas!!! Enquanto eu estava em pânico, todos estavam a rir. Percebi que todos ali, nem se importavam com a presença deste ser, só eu!

Mas depois me salvaram e colocaram o bicho pra fora... agora, registro aqui a minha indignação: DONA BARATINHA, MUITA SACANAGEM VOCÊ TER ASAS, VIU??


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Beijos,
Dalva


2 de janeiro de 2016

A vida é como um filme

A vida é como filme, feita de momentos. Como é bom relembrar cada capítulo desse "filme" e, por isso, sou grata à tecnologia pois nos dá a facilidade de montar as melhores partes! 

2015, foi um ano de surpresas boas e outras nem tanto, mas foi um ano de descobertas. Descobri novas amizades, reencontrei antigas, conheci pessoas confiáveis e outras que nem tanto, pessoas boas e outras nem tanto...

Enfim, a vida é isso! Vivemos e aprendemos com ela. Feliz de mim por ter a oportunidade de compartilhar com quem me quer bem de momentos incríveis!

Portanto, hoje, só quero agradecer às pessoas que estão comigo e que me ajudam a construir a minha história. Amigos, parentes e meus pets.

Esse vídeo trás uns recortes de 2015, com algumas pessoas (e bichos) que me completam. São gente que alegram os meus dias. Muitos ficaram de fora, mas só do vídeo, pois no meu coração, estarão bem guardados.  <3

Minha eterna gratidão a toda essa gente.



Beijos,
Dalva

31 de dezembro de 2015

E devagar se chega longe.

Tudo nessa vida é motivo para comemorar, não é? Então, estou comemorando uma marca na minha Fanpage que, para mim, significa muito!!! Fecho o ano de 2015 com a boa notícia de ter ultrapassado 2000 seguidores!!! Bom, né?

Fico tão feliz em saber que as pessoas me acompanham e curtem minhas postagens e publicações diversas! Amo escrever e compartilhar coisinhas legais e esse retorno é tão importante que me motiva a continuar e escrever cada vez mais!! Obrigada meus queridos e queridas!! Não sabem o quanto me deixam feliz e realizada! 

E para quem não conhece ainda a página do Facebook, fica meu convite: Fanpage Blog Passei dos Quarenta e daí?

Gratidão a todos e todas que me acompanham aqui no Blog e seguem minha Fanpage! Vocês são TOP!!!!


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Desejo um 2016 muito próspero a todos(as) e quero todo mundo junto aqui de novo!!!!

Beijos,
Dalva 

13 de novembro de 2015

As pessoas que vivem em mim

Já percebeu como vivemos várias pessoas numa só? Explico: Você se comporta exatamente da mesma forma em diversos lugares? No trabalho, na faculdade, numa roda de amigos, na academia, com a família, etc?

É muito provável que uma de suas "personagens" prevaleça mais que outras em vários lugares. Eu, por exemplo, em quase todos os "cenários", procuro manter o meu humor sempre em alta. A propósito, essa é uma das minhas características mais marcantes.

Talvez não seja regra. Mas vejo por mim como mudo meu modo de agir diante de pessoas diferentes. Em casa, vez ou outra, solto um palavrão (afinal, quem nunca né?). Minha filha me repreende e diz: "Credo! Você fala essas coisas no seu trabalho também?" É óbvio que não!!

No trabalho, uso uma linguagem mais formal, mais técnica e isso já me diferencia do jeito de falar enquanto estou na academia, por exemplo. Lá sou mais descontraída e uso uma linguagem mais coloquial. Com amigas, aproveito e falo algumas bobagens, piadas e uso as minhas gírias.

Com a família, sou a mesma "palhaça" de sempre... Hahaha Lógico que, com as pessoas mais sérias, eu também sou séria, embora, nunca perco a simpatia (modéstia às favas!).

Acredito que todos nós possuímos vários "eus". Não penso que isso seja errado, pelo contrário, isso é bom. Pois o comportamento que nos prende em algum desses locais, pode nos libertar  em outros. É uma forma de aliviar as tensões da vida. 

Só sei que, no fundo, todas as minhas "eus" se encontram numa só e me tornam uma pessoa completa e feliz. Sou todas essas, mas meus valores são iguais em quaisquer delas e é isso que importa. 

Arquivo Pessoal

Ps. Importante mencionar que o filme Loucas pra Casar, me inspirou a escrever esse post. Recomendo.

Beijos,
Dalva

17 de outubro de 2015

Escolhas e consequências

Li um post do Blog Since85, que parece que foi escrito para mim. Amo esse blog!! Me identifico muito com a autora. Esse post falava sobre decisões. O difícil caminho que as decisões nos levam...

Que atire a primeira pedra quem nunca sofreu consequências (por vezes, muito ruins) por ter tomado alguma decisão. Por mais clichê que seja a frase "cada escolha uma renúncia", é a mais pura verdade. Porém, as renúncias podem ser doloridas. Te levam a perder amizades, amores, dinheiro, trabalho, etc...

Mas se nunca tomar uma decisão, como saber? Viver na mesmice e esperar que algo novo aconteça? Pode desistir!! Isso jamais vai acontecer. Como esperar resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa? Não dá, gente!

Agora, a escolha é individual. Cabe a cada um de nós decidir e estar preparado para a avalanche de julgamentos... Ahhh os "juízes" das nossas vidas. Esses estão sempre a postos!!! Irão julgar se for feita uma escolha ou  irão julgar por não ter feito nenhuma escolha. Ou seja, decidir por algo, sempre vai gerar desagrados.

Por que é tão difícil as pessoas guardarem para si comentários que não contribuem em nada?? Gente, se não gostou da decisão de alguém, melhor ficar quieto e esperar que quebrem a cara, pois todos sabemos que escolhas erradas podem ter consequências cruéis. Então, não adianta criticar, ainda mais o pobre que fez sua escolha depois de passar dias e mais dias pensando sobre isso.

Gente, toda decisão mexe com a nossa cabeça. São dias sem dormir, reflexões o tempo todo, o medo, as confusões mentais. Tudo isso assola a vida do "indeciso". Portanto, há a necessidade de mais compreensão e de apoio, não de gente julgando ou criticando.

Sabe aquela coisa? "Não quer ajudar, então não atrapalha". Melhor assistir o sucesso ou a queda do camarada, mas de boca fechada. Falar, somente se for pedida a opinião E SOMENTE SE!! Parece que tem gente que torce pela desgraça alheia!!


Portanto, quando se está indeciso, é importante que se tome a decisão pensando única e exclusivamente em si mesmo! Esquecer os críticos de plantão e seguir em frente! Como disse a Bia Aguiar, autora do Blog mencionado acima: "De nada adianta anular suas vontades só para evitar uma crítica ou para deixar alguém feliz, principalmente de mentirinha. Isso seria uma puta injustiça, com a pessoa e com você mesmo."

Então, faça suas escolhas com coragem!! Decida tudo que pode trazer algo de bom pra você e deixe que falem, que dizem, que pensem!!!


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Beijos e boas decisões!!
Dalva

12 de outubro de 2015

A criança que há em mim

Existem várias coisas que eu admiro nas crianças: a inocência, a facilidade delas pensarem que todo mundo é bom... Além disso, elas acreditam que tudo é possível e se tornam grandes diante de obstáculos gigantes! 

E sabe o que eu acho melhor nelas? A capacidade de fazer amigos mesmo antes de saber o nome deles. Conseguem perdoar mais rápido do que conseguem brigar. Tornam todos os dias, o dia mais feliz da vida. Não guardam rancor por causa de bobagens...

Analisando o comportamento delas, sinto que ainda sou uma criança. Pelo menos, em alguns aspectos. Não vejo maldade nas pessoas, embora isso me frustre várias vezes porque adultos são malvados, sim! Daí, quebro a cara, me decepciono e fico triste.

Igual a elas, me sinto feliz todos os dias, mesmo sem motivos. E isso pode fazer com que pessoas (adultas) não gostem disso ou não me entendem. Tento ser forte diante de cada "gigantesco obstáculo", mesmo sabendo que, talvez, eu não vá vencê-lo. Mas não desisto fácil!!

Pretendo sim, manter a criança viva dentro de mim! Sempre com sorriso nos lábios, sempre confiante e sempre batalhadora. Infeliz de quem leva a vida muito a sério, focando no que pode dar errado e nunca no que pode dar certo.

Arquivo Pessoal

Sou feliz assim! Viva a criança de cada um!!

Beijos,
Dalva

29 de setembro de 2015

O dilema da separação

Uma seguidora da minha Fan Page usou a seguinte frase: "Me separei...Estou sem rumo. Preciso de uma luz." Fiz umas reflexões sobre essa frase e percebi como as pessoas tem diferentes reações "pós-separação".

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Algumas pessoas parecem que vão morrer de depressão. Outras, nem tanto. São aquelas que sacodem a poeira e saem do chão rapidinho.

Claro que a separação sempre dói, né? Ninguém quer ver longe alguém que sempre viveu pertinho de nós. Mas às vezes, a convivência não ajuda e é melhor viver longe um do outro pra viver bem.

Conheço alguns casais que se dão bem melhor separados do que quando viviam juntos. Antes, não se tinha diálogos e, agora, arrumam palavras para longos diálogos.

Nunca me separei, mas entendo que não há segredos para lidar com uma separação. O que deve haver é maturidade para aceitar e entender que não é possível viver do mesmo jeito. Manter casamento por conveniência? Por favor! Saia da zona de conforto.

Quando há filhos, é um pouco mais difícil, claro. Pois envolvem outros corações que sofrem com a decisão do casal. Mas aí sim é que se precisa ainda mais de maturidade! Os filhos não podem ficar no meio do "fogo cruzado". Eles devem ser preservados e os adultos devem entender que a separação envolve o casal e não os filhos. Ou seja, separa do esposo ou da esposa, mas jamais se separa de um filho.

E sem essa de dizer: "meu casamento não deu certo..." Claro que deu, oras pois! Deu certo enquanto durou! Deu certo pelos momentos bons vividos, pelos filhos que nasceram, pelas histórias que surgiram, etc... por algum tempo, o casamento deu certo, sim! Agora, é uma nova fase.

Agora é andar pra frente, com a cabeça erguida e ver que o mundo é muito maior que quatro paredes. Sair à luta e ver que é possível recomeçar é muito melhor que ficar derramando lágrimas com o passado. 

Pra tudo nessa vida se tem um jeito, só não há mais jeito para a morte. Então, siga em frente!!

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Beijos,
Dalva

18 de setembro de 2015

Mulher: Sexo frágil? Vai vendo...

Participei da II Conferência Intermunicipal de Políticas para as Mulheres do Médio Vale do Itajaí que foi realizada aqui no município de Blumenau em que foi abordada a contribuição dos conselhos de políticas públicas para a efetivação da igualdade, estruturas institucionais para as mulheres nos entes federativos, sistema político com a participação das mulheres e Sistema Nacional de Políticas para as Mulheres.

Imagens da Ingternet

Foi muito bom estar junto com outras mulheres e poder discutir assuntos tão importantes e que, muitas vezes, são ignorados pela grande maioria das pessoas. Algumas coisas me chamaram a atenção e uma delas, foi a fala de uma palestrante que disse: "Perceberam que a mulher nasce para 'cuidar'? Sim, ela cuida dos irmãos, dos filhos, do marido, dos pais, dos vizinhos... enfim, elas cuidam sempre."

Concordei e refleti essa fala com uma preocupação: De fato, cuidamos de todos, mas quem cuida de nós? Cuidamos de nós mesmas até quando é possível e quando não é mais, muito provavelmente, outra mulher irá cuidar de nós.

Não é dúvida para ninguém que não somos mais o sexo frágil. Somos é muito fortes!! Carregamos o mundo nas costas! Temos que ser fortes, pois temos uma grande missão (talvez já imposta pela pressão da sociedade e a coisa já é histórica!) de dar conta de casa, marido, filhos, trabalho, etc...

E fazemos, sim! Tudo isso e, ainda, em cima do salto, meu amor!! Porque mulher é poderosa! Não se entrega, não abaixa a cabeça e dá a volta por cima quantas vezes forem preciso. Óbvio que ainda vivemos num mundo machista que exclui a mulher de muitos processos, infelizmente.

Sem contar com a violência sofrida diariamente. Seja física ou psicologicamente, através de agressões de todos os tipos, cantadas, assédios moral e sexual e por aí, vai... Alguns homens ainda pensam que as mulheres são seus objetos e, por lhes "pertencer", podem abusar, bater, humilhar, etc...

Mas as coisas estão mudando, a mulher, enfim, está se empoderando e buscando seu espaço, garantindo seus direito, através de lutas e movimentos. Estamos ficando "visíveis", finalmente. Fazemos parte da metade da população mundial e somos mães da outra metade! haha Ou seja, somos a maioria. uhuuu!!! Palmas para nós!

Somos indecisas, loucas, engraçadas, belas, fofinhas, fortes, fracas, sentimentais, choronas, sorridentes, enfim, somos complicadas e perfeitinhas. E todo mundo gosta e precisa de nós. Portanto sociedade, mais respeito, por favor! E mais amor também... ah! E mais chocolates também... hahaha

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Se pensa que ainda somos o "sexo frágil", ahan... vai vendo!! 


Beijos,
Dalva

8 de setembro de 2015

Coisas que ouço quando digo que sou vegetariana

Sou vegetariana, mas não fico "pregando" o vegetarianismo a ninguém, sei me portar direitinho... apesar de querer que o mundo todo fosse vegetariano, eu seguro minha onda. Sou discreta e evito falar sobre isso.

Porém, quando falo, muitas vezes me arrependo pois ouço cada comentário... afff! Alguns são engraçados, outros nem tantos... Aí, penso: "Se já falam isso quando digo que sou vegetariana, imagine quando souberem que estou em transição para o veganismo?" Daí, lascou de vez!! hahaha

Sério gente, não me sinto ofendida com os comentários, apenas acho graça...  Já aprendi a lidar e aceitar certas falas, don't matter! Sendo assim, pra matar a curiosidade de alguns, decidi compartilhar aqui as dez frases mais comuns que ouço quase que diariamente:

1. "Você virou hippie?"

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Resposta: E desde quando hippies não comem carne?? Eu hein?? O que uma coisa tem a ver com outra? Vai saber... haha


2. "Você não tem pena do alface?"

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Resposta: Não! Odeio alface! Por isso, quero comer todos até extingui-los! kkkkkk


3. "Você não se sente fraca sem carne? Meu Deus!! Quando fico sem comer carne me dá uma fraqueza..." 

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Resposta: Não me sinto fraca. Pelo contrário, me sinto bem fortinha, inclusive, pratico musculação diariamente. ;)


4. "Se não come carne, come o quê?"

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Resposta: Preciso responder?


5. "E as proteínas??"

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Resposta: Facinha essa, né? haha


6. "Não come carne, mas come peixe, né?"

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Resposta: Oxi!! Agora peixe dá em árvore, é?


7. "Mas nem frango??"

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Resposta: Vide resposta anterior.


8. "Mas você come mortadela, bacon, presunto e nuggets, né?"

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Resposta: Primeiramente, isso nem é comida. Segundamente, primeiramente!


9. "Você não pode ser doadora de sangue, né?" 

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Resposta: Não só posso, como devo! Como qualquer pessoa saudável. Sou doadora de sangue e candidata à doadora de medula óssea. 


10. "Na bíblia diz que os animais foram criados para nos servir de alimento..." (Essa é a que mais me dói aos ouvidos...)

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Resposta: Nem preciso responder, né gente?? Pecadinho deles...

Ai ai ai... cada coisa! Por sorte, muitos acreditam e se interessam pela filosofia do vegetarianismo. E com esses, eu até arrisco um diálogo sério, mas nem sempre eu consigo... daí, vou levando a vida do meu jeito. Sendo feliz e saudável. <3

Beijos,
Dalva

26 de agosto de 2015

O valioso tempo dos maduros

Não é segredo para quem me conhece que a chegada da velhice me assusta um pouquinho, né? Bem, sempre que me imagino velhinha, longe dos meus filhos, bichos, amigos e de todos os tipos de amores que tenho, me bate uma depressão danada! 

Mas quando me deparo com certas leituras sobre esse assunto, vejo que não sou a única a me preocupar com isso. Porém, algumas outras pessoas, pensam diferente de mim. Me deparei com esse texto e não resisti em compartilhar aqui! É muito bom!!! 

O Tempo que Foge, de Ricardo Gondim (Há quem diga que é de Mário Coelho Pinto de Andrade):

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. 

Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. 

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. 

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. 

As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena.  E para mim, basta o essencial!" 

Não é lindo??? Algumas coisas já tenho colocado em prática. Agora, vou aprimorar e aproveitar a delícia de estar na idade que estou, curtindo somente o essencial!!

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Beijos,
Dalva

11 de agosto de 2015

Namoro à moda antiga

Namorar é tão bom, né? Adoro!!! Vivo há mais de vinte anos com o meu marido e a gente ainda namora. Andamos de mãos dadas, fazemos carinho um no outro, nos beijamos demoradamente, dançamos de rosto coladinho e tudo mais que aprendemos na nossa adolescência em ralação a namoro e paixão.

Sou da época do "namoro de antigamente" e afirmo, com todas as letras, que era muito bom mesmo! Na época, a gente só podia se ver na quarta e no sábado... a saudade quase nos matava hahaha E não se tinha telefones celulares para ligar ou mandar mensagens a toda hora, muito menos, redes sociais! :O

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Aquela espera na janela da sala, com a melhor roupinha e perfuminho, aquela saudade de dar e receber o abraço mais apertado e sincero que só se dá em quem se ama mesmo... ahhhh... bons tempos! Receber um recado através de um amigo ou amiga... ai ai ai (suspiros...)

Tínhamos os bailinhos à tarde, e podíamos dançar musica lenta de rostinho colado, ouvindo a respiração do outro e sentindo o coração bater mais rápido. Só de vê-lo na rua ou passando para a sala de aula, já me causava aquela sensação de ter borboletas no estômago... hehehe

Pegar na mão, no cabelo, dar um beijinho no pescoço ou no cantinho da boca eram coisas incríveis!!! Parecia pecado!! haha Que peninha que os casais de hoje perderam um pouco desse romantismo inocente daquelas épocas... 

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Saudades dessa época.

Beijos,
Dalva

6 de agosto de 2015

Despedidas

Papo chato esse negócio de despedidas, né? E não falo de "tchau e até depois ou até amanhã"... falo daquelas de dizer "adeus" mesmo. Adeus, pra nunca mais... 

A gente conhece pessoas tão bacanas e queremos que elas fiquem pra sempre por perto, mas quando isso não acontece, lá vem um coração dilacerado.

É óbvio que existem pessoas que conhecemos e que preferimos nunca mais vê-las... nesse caso, baita alívio! Mas a conversa aqui hoje é sobre os queridos e queridas que cruzam nossos caminhos e depois somem. Por que fazem isso com a gente?? Sacanagem!!

E olha que estou falando só de gente que vai embora de cidade, estado, país ou só de bairro mesmo. Essas já nos matam de saudades, mas por sorte, temos a vantagem de nos "ver" pelas internet's da vida. SALVE A TECNOLOGIA!! Por isso, amo a tecnologia, pois ela nos aproxima dessa gente.

Agora, triste mesmo, é quando essas pessoas se vão, e nem sequer temos tempo de nos despedir, né? Aí, a coisa fica séria! Como assim? A pessoa desaparece da nossa vida e nem dá tchau? Falo da morte (palavra triste para escrever, né?). Esta intrusa que nos leva alguém repentinamente e pra nunca mais voltar, as pessoas que amamos, amigos, conhecidos, etc...

Por que é tão difícil lidar com a ida de  alguém? Por que não temos um botãozinho no peito pra controlar a dor da saudade?

Definitivamente, eu ainda não aprendi a lidar com as despedidas. Isso se deve ao fato de eu me apegar muito nas pessoas... ah, mas que fique claro que só naquelas que eu gosto, ok?

Enfim, pode ser clichê, mas a frase a seguir é a mais pura verdade:

"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha e não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso." (Frase da internet, dizem que é do Charles Chaplin)

Então, é isso mesmo, cada pessoa que a gente conhece, leva um pedacinho de nós. E deixa um pedacinho conosco... é o que chamamos de "memória".... E assim, é a vida: cheia de idas e vindas. As vezes, só ida, mas nunca só vinda... 


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Beijos,
Dalva