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25 de março de 2016

Mãe General

Minha mãe ficou viúva muito jovem e teve de se virar sozinha com os filhos. Naquela época, a educação dada às crianças não era nem perto do que é hoje! Respeitávamos nossos pais à base de palmadas, cintadas, chineladas e outros... rsrsrs 

Não era fácil ser criança. Quem aprontava, não escapava de um castigo, seja doído ou apenas ficar num canto da casa sem sair mesmo. Não que tenha sido tão ruim assim (embora, doíam as palmadas sim... haha), mas era a forma que nossa mãe encontrava para dar conta de nós, sem que "desviássemos dos caminhos certos".

Enfim, sobrevivemos e hoje, somos adultos bem educados e bem resolvidos que, não tenho dúvidas, foi pela educação que ela nos deu. Não foi fácil para uma jovem senhora assumir tanta responsabilidade sozinha, como trabalhar fora, cuidar da casa e educar três filhos. Compreensíveis as atitudes.

É fato que a fama de "General" ainda se mantém até os dias de hoje, mas quem sofre com as broncas e olhares dela, não somos nós, os filhos, agora, quem assume as broncas sozinho, é nosso padastro. Pobre homem... haha

Cada vez que nos reunimos em casa, ele revela os "castigos" que sofre pela "mãe-general" e nos acabamos em risadas e "compadecência" com ele... rsrs

O último causo que ele nos contou foi de uma situação em que, numa noite fresquinha, ele foi dormir depois de nossa mãe e viu que ela dormia toda encolhidinha, com a cobertinha tampando até a cabeça. Ele achou graça da "pose de caramujo" e resolveu aprontar com ela. 

Na primeira vez, disse que puxou a coberta bem devagarinho até os pés dela e ela, sonolenta, só puxou a coberta de volta sem dizer nada. Na segunda, qdo ele foi puxar de novo, ela deu uma seguradinha, mas ele puxou de novo até seus pés. Ela buscou de volta.

Na terceira tentativa, ele teve a ousadia de sacudir a coberta como se estivesse estendendo um lençol arremessando pra cima. Neste exato momento, ele assinou a sua sentença de morte!!! Dona Isolde (nome da nossa rainha), num ímpeto, levantou-se e deu uma baita bronca nele sem parar de falar por horas e horas e horas!!!  hahaha (Conheço bem isso... rs)

Ele, ficou todo sem jeito, parecia um cãozinho sem dono e não restou-lhe deitar ao lado e assumir as consequências... hahaha Mas tudo bem, ele sobreviveu, dormiu depois com as orelhas quentes e ainda passou o dia seguinte ouvindo as broncas... kkkkk

O mais engraçado disso tudo é que ele sempre nos conta isso. Leva bronca e vem "xurimingar" conosco... Daí, minha mãe nos fala: "Ele tem medo mas não tem vergonha..." hahaha Segundo ele, aproveita pra desabafar quando estamos lá, pois sente-se seguro... Embora, já sabe que vai levar outra bronca quando a gente for embora de novo... 

Mas contos à parte, esse é o jeito da nossa mamis. Foi e é uma guerreira, pois venceu muitas situações difíceis, teve perdas importantes na vida e sempre se virou sozinha e resolveu seus problemas. Por fim, conheceu nosso padastro com quem recomeçou uma nova vida e vivem felizes para sempre: ela manda e ele obedece... hehe <3

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Beijos,
Dalva

1 de março de 2016

Paz, amor e gentileza

Estava passeando pelo centro da cidade com a minha filha quando nos deparamos com alguns hippies vendendo artesanatos feitos na hora, por eles mesmos.

Fiquei olhando, meio que de longe, com um "sorriso mental" para o grupo, quando um deles me abordou, educadamente, me perguntando: 
- "Moça, qual o seu nome?" 
- "Dalva" - Respondi e ele, gentilmente, me perguntou: 
- "Se eu fizesse um trabalho com o seu nome, você compraria?"

Respondi que sim, mas naquela ocasião, estava com pressa e continuei meu caminho. Enquanto caminhávamos, minha filha disse: 
- "Percebeu que em meio a tantas pessoas, ele só te abordou? É provável que ele se identificou com o teu estilo, né?"

Fiquei pensativa e respondi a ela: 
- "Acho que não foi isso. Talvez eu tenha transmitido algo que o fez simpatizar comigo. Percebi que, entre tanta gente, apenas eu olhei em seus olhos e sorri pra ele..."

É incrível como um contato visual gera uma certa confiança, né? Naturalmente, o hippie sentiu-se seguro em me abordar e assim o fez. Como não poderia deixar de ser, agi como faria com qualquer pessoa: educadamente. 

Infelizmente, eu percebo que várias pessoas ignoram os hippies, subestimando seu trabalho ou seu modo de viver. Já eu, não sou assim. Não os ignoro, aliás, muito pelo contrário! Admiro seus estilos e a coragem de viver "desapegados" de um monte de coisas que nós não vivemos sem. Retribuo o contato da melhor forma, afinal, não me custa ser gentil.

Aprendi que gentileza gera gentileza e isso não é só clichê não. É a mais pura verdade... já tentou tratar alguém de forma grosseira? Obviamente, a reação será a mesma. Então, por que não transmitir energias boas? Um sorriso?

Depois, fiquei pensando... minha filha tinha razão. Ele se identificou comigo sim, mas não pelo estilo e sim por minha simpatia ser igual a dele. Dias depois, resolvi voltar àquele local novamente porque queria comprar o artesanato. Porém, para minha frustração, eles não estavam mais lá... sim, são nômades e eu esqueci desse detalhe.

Lamentei por não ter comprado e contribuído para o trabalho do hippie naquele dia. Perdi a oportunidade de satisfazê-lo com a venda e também deixei de ter o meu nome trabalhado por suas mãos. Outro aprendizado: não deixe para outo dia o que pode fazer hoje!! 

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Beijos,
Dalva

9 de fevereiro de 2016

A breve vida dos bichinhos de estimação

É impossível comparar a nossa longevidade com a dos nossos pets. A vida deles tem uma brevidade que nos dói ter que presenciar a sua partida. Já se sabe que a expectativa de cães e gatos tem aumentado consideravelmente, mas pra quem ama esses bichinhos, ainda não é suficiente.

No Guiness Book tem a história de um gato que viveu entre 34 e 36 anos! Que maravilha, né? Pena que é uma raridade... pesquisei que a expectativa de vida de um gato que vive em boas condições e cuidados, é de, no máximo, 20 anos. A dos cães, com pequeno porte, pode chegar a 18 anos e a de médio e grande porte, chega a 13 anos. 

Tenho um cão idosinho que chegou em uma caixinha de sapato há 16 anos como presente de aniversário de 11 anos do meu filho. Trouxe tantas alegrias com seu espírito alegre e brincalhão, nos proporcionando muitas gargalhadas. Sempre foi um cachorrinho forte, raras vezes precisou ir ao veterinário e, ainda, uma delas, foi por uma queda em que machucou a patinha traseira. Sempre foi muito saudável.

Arquivo Pessoal

Porém, com o avanço da idade, os problemas de saúde começaram a aparecer. O primeiro grande susto, aos 15 anos, foi descobrirmos que ele estava com câncer na boca. Na ocasião, era época de festas de fim de ano e lembro que tivemos que fazer uma cirurgia de emergência. Ficamos as férias de fim de ano em casa, cuidando dele. Tivemos gastos inesperados além de passar a virada de ano em casa enquanto o mundo todo comemorava pelos lugares mais lindos e cheios de fogos.

Não me arrependo de nada. Faria tudo de novo. Algumas pessoas me diziam que eu era doida de abrir mão de viajar para cuidar de um "bicho", afinal, era "só um cachorro". O que as pessoas não entendem, é que pra mim, pra minha família, não é só um cachorro! É um serzinho que compõe a nossa família.

Por isso, o conselho que dou a quem pretende adotar um bichinho, lembre-se que a vida dele é muito mais curta que a nossa. É preciso estar preparado para cuidar ainda mais dele quando envelhecer. Além da dedicação e os gastos com veterinário, é preciso muito amor e compaixão para que ele sofra menos quando ficar idosinho. 

Nosso Léo (Lion de batismo), está com 16 anos, enfrentando os problemas da velhice, além de alguns problemas de saúde. Estamos com ele e vamos até o fim, pois assim, decidimos quando ele chegou dentro da caixinha de sapato. Faríamos quantas vezes fossem preciso. Pense em tudo isso ao adotar e nunca o abandone, pois ele só terá você.



"E, quando chegar meu último e mais difícil momento, pois será o momento da partida, fique comigo.
Não diga: não posso ver isso. Com a sua presença tudo será mais fácil para mim. A fidelidade de toda a minha vida de cachorro valeu a pena."

Beijos,
Dalva

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14 de janeiro de 2016

Do nada, alguém te ensina algumas lições.

Adoro sair com a minha filha. Aproveitando ainda nossas férias, fomos tomar um café e, entre vários trabalhadores do local escolhido, um nos chamou a atenção. Era um garçom que atendia de forma diferenciada aos clientes.

Na verdade, eu não deveria me surpreender com o seu jeito, pois todos que trabalham com atendimento, deveriam ser como ele. Observamos a forma com que ele abordava cada cliente e ficamos encantadas, pois foi extremamente simpático e atencioso com TODOS. Mas por que me espantei né? 

Porque, geralmente, não somos acostumados com esse tipo de atendimento, infelizmente. Não se vê mais aquela ternura no olhar nem um sorriso cordial. Enquanto os outros trabalhadores daquele local, atendiam friamente e,  alguns, até mau-humorados, este, estava sempre exibindo um sorriso simpático e acolhedor.

Nos questionamos como e por que ele era assim. Concluímos que era uma pessoa realizada com o seu trabalho e feliz. E olha, esse garçom não era novo no local, muito pelo contrário! Já trabalha ali há muitos anos.

Certamente, não é uma pessoa amarga que leva seus problemas para o trabalho e, ainda, não é do tipo que desconta os problemas em pessoas alheias à sua vida. É o tipo de pessoa que a gente deveria se inspirar e aprender como lidar com os outros.

Só sei que fiquei muito feliz em ter sido atendida por ele e, certamente, sempre que voltar lá, quero que ele me atenda. E o que aprendi com ele? Que a vida é bela! Que não podemos misturar nossos problemas com nosso trabalho. Aprendi que quando somos bons com os outros, somos bons conosco também. 

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Beijos,
Dalva

30 de dezembro de 2015

Férias do trabalho, não da vida.

Uhuuuu!! Enfim, última semana do ano e eu já estou de férias! Mas notem, estou de férias do trabalho e não da vida! Enquanto a maioria das pessoas treina somente para o verão, eu treino para a vida inteira, pois adotei um estilo de vida saudável e descobri que desculpas não queimam calorias.

Não adianta inventar mil desculpas esfarrapadas para não praticar alguma atividade física. O papo furado é sempre o mesmo: "Não tenho tempo pra academia..." "Não tenho dinheiro para pagar a mensalidade..." "Não gosto disso, não gosto daquilo..." Afff gente! O que é isso?? Procure algo que goste para mexer o esqueleto!

Entenda que somente quando deixar suas desculpas, encontrará seus resultados. Simples assim. Não fique sentando(a) à espera de um milagre. Isso não acontece... Quem sabe uma caminhada diária, uma pedalada, nadar, jogar volei ou outro esporte coletivo, subir e descer escadas no seu prédio... Viu? Tudo coisas que não tem custo. Basta querer.

Não existe treino milagroso nem dieta mágica. O que existe é foco, disciplina, perseverança, e o mais importante, nunca desistir. Se quer melhorar a qualidade de vida e a estética também (por que não, né? Isso também conta!), o jeito é criar um hábito e seguir adiante! o Importante é não ficar parado.

Se você quer chegar onde a maioria não chega, deve fazer o que a maioria não faz. Dê o primeiro passo e mantenha o foco. A saúde agradece e você ainda fica em forma para todos os verões. 

Sou exemplo de que as coisas podem mudar sempre pra melhor, pois fui uma pessoa sedentária por muitos anos e hoje, garanto que a minha vida é muito melhor em todos os sentidos! Treinar diariamente, não é modinha, é um estilo de vida e já disse isso aqui!!

Me sinto muito bem! Física e mentalmente falando, pois a academia se tornou minha válvula de escape. É lá que recarrego minhas energias boas e deixo para trás as ruins... saio de lá novinha em folha! (Se quiser saber mais sobre a minha rotina acesse esse post aqui ou esse aqui).

E atenção! Não é o que se come entre o natal e o réveillon que importa. O importante é o que se come entre o réveillon e o natal!!! Faça um planejamento para o próximo ano e bóra colocar em prática!!! Você terá 365 novas chances para mudar e melhorar a qualidade de vida! 

Final do ano que vem, você irá se arrepender se não tiver colocado isso em prática (como agora, né? Te peguei!). Prometo que esse é o último puxão de orelha que dou neste ano... hahaha Quero ver resultados em 2016!!!

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 Let's go!!

Beijos,
Dalva💪
💪💪💪💪

9 de dezembro de 2015

Tal mãe, tal filha

Minha filha me convidou para acompanhá-la ao shopping pois precisava comprar uma roupa para uma festa de encerramento da empresa onde trabalha. Ok. Lá fui eu... Porém, como toda mulher (ela é meu bebê ainda, mas se sente uma mulherzinha, vou respeitar... rsrsrs), consagrou a via sacra por todas as lojas da galáxia que existiam naquele shopping!!

Entre idas e vindas, provas e mais provas de roupas, decisão e indecisão com o que levar, eu já estava no meu limite da preguiça e do cansaço quando me dei conta que o "papel" foi invertido. Explico: estava eu andando atrás dela o tempo todo, carregando peças, sacola, celular, avaliando as provas até que, me pego fazendo tal pergunta a ela:

- Que horas vamos comer? (importante mencionar que eu já queria comer quando chegamos ao shopping... rs)

Ela, com aquela cara de "Meu Deus, né??", respondeu:

- Calma, a gente já vai...

E assim, foram mais algumas horas e a cada meia hora, eu saía com as perguntinhas, típicas de filha impaciente/adolescente (tá, é redundante, mas quero dar ênfase mesmo!): 

- Vamos? Quase pronta? Não está com fome? Falta muito? Quer passar em mais alguma loja ainda?

E ela, incorporando o perfil de mãe, respondia:

- Calma, a gente já vai. Espera mais um pouquinho tá? Logo a gente vai comer...

Por fim, comentei com ela:

- Você parece uma "mãe" falando com a filha.

Ela retrucou:

- Mas também!!! Tu parece uma filha adolescente!!! Dá pra ter um pouco de paciência?

Logo, fui obrigada a rir da situação. Impossível não perceber a inversão de papéis. Comentamos e rimos juntas da situação. Fiz ela relembrar quantas vezes ela fez isso comigo e eu, enquanto mãe, tive que ter jogo de cintura para "driblar" a impaciência dela. hahaha

Para finalizar o nosso passeio (Aleluia!!!), ela me convidou, enfim, para fazer um lanche. Nesse momento, voltamos aos papéis originais. Sabe por que? Adivinha quem a pagou a conta??? Pois é! A verdadeira mãe, no caso, euzinha!! 


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Beijos,
Dalva

13 de novembro de 2015

As pessoas que vivem em mim

Já percebeu como vivemos várias pessoas numa só? Explico: Você se comporta exatamente da mesma forma em diversos lugares? No trabalho, na faculdade, numa roda de amigos, na academia, com a família, etc?

É muito provável que uma de suas "personagens" prevaleça mais que outras em vários lugares. Eu, por exemplo, em quase todos os "cenários", procuro manter o meu humor sempre em alta. A propósito, essa é uma das minhas características mais marcantes.

Talvez não seja regra. Mas vejo por mim como mudo meu modo de agir diante de pessoas diferentes. Em casa, vez ou outra, solto um palavrão (afinal, quem nunca né?). Minha filha me repreende e diz: "Credo! Você fala essas coisas no seu trabalho também?" É óbvio que não!!

No trabalho, uso uma linguagem mais formal, mais técnica e isso já me diferencia do jeito de falar enquanto estou na academia, por exemplo. Lá sou mais descontraída e uso uma linguagem mais coloquial. Com amigas, aproveito e falo algumas bobagens, piadas e uso as minhas gírias.

Com a família, sou a mesma "palhaça" de sempre... Hahaha Lógico que, com as pessoas mais sérias, eu também sou séria, embora, nunca perco a simpatia (modéstia às favas!).

Acredito que todos nós possuímos vários "eus". Não penso que isso seja errado, pelo contrário, isso é bom. Pois o comportamento que nos prende em algum desses locais, pode nos libertar  em outros. É uma forma de aliviar as tensões da vida. 

Só sei que, no fundo, todas as minhas "eus" se encontram numa só e me tornam uma pessoa completa e feliz. Sou todas essas, mas meus valores são iguais em quaisquer delas e é isso que importa. 

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Ps. Importante mencionar que o filme Loucas pra Casar, me inspirou a escrever esse post. Recomendo.

Beijos,
Dalva

17 de outubro de 2015

Escolhas e consequências

Li um post do Blog Since85, que parece que foi escrito para mim. Amo esse blog!! Me identifico muito com a autora. Esse post falava sobre decisões. O difícil caminho que as decisões nos levam...

Que atire a primeira pedra quem nunca sofreu consequências (por vezes, muito ruins) por ter tomado alguma decisão. Por mais clichê que seja a frase "cada escolha uma renúncia", é a mais pura verdade. Porém, as renúncias podem ser doloridas. Te levam a perder amizades, amores, dinheiro, trabalho, etc...

Mas se nunca tomar uma decisão, como saber? Viver na mesmice e esperar que algo novo aconteça? Pode desistir!! Isso jamais vai acontecer. Como esperar resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa? Não dá, gente!

Agora, a escolha é individual. Cabe a cada um de nós decidir e estar preparado para a avalanche de julgamentos... Ahhh os "juízes" das nossas vidas. Esses estão sempre a postos!!! Irão julgar se for feita uma escolha ou  irão julgar por não ter feito nenhuma escolha. Ou seja, decidir por algo, sempre vai gerar desagrados.

Por que é tão difícil as pessoas guardarem para si comentários que não contribuem em nada?? Gente, se não gostou da decisão de alguém, melhor ficar quieto e esperar que quebrem a cara, pois todos sabemos que escolhas erradas podem ter consequências cruéis. Então, não adianta criticar, ainda mais o pobre que fez sua escolha depois de passar dias e mais dias pensando sobre isso.

Gente, toda decisão mexe com a nossa cabeça. São dias sem dormir, reflexões o tempo todo, o medo, as confusões mentais. Tudo isso assola a vida do "indeciso". Portanto, há a necessidade de mais compreensão e de apoio, não de gente julgando ou criticando.

Sabe aquela coisa? "Não quer ajudar, então não atrapalha". Melhor assistir o sucesso ou a queda do camarada, mas de boca fechada. Falar, somente se for pedida a opinião E SOMENTE SE!! Parece que tem gente que torce pela desgraça alheia!!


Portanto, quando se está indeciso, é importante que se tome a decisão pensando única e exclusivamente em si mesmo! Esquecer os críticos de plantão e seguir em frente! Como disse a Bia Aguiar, autora do Blog mencionado acima: "De nada adianta anular suas vontades só para evitar uma crítica ou para deixar alguém feliz, principalmente de mentirinha. Isso seria uma puta injustiça, com a pessoa e com você mesmo."

Então, faça suas escolhas com coragem!! Decida tudo que pode trazer algo de bom pra você e deixe que falem, que dizem, que pensem!!!


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Beijos e boas decisões!!
Dalva

12 de outubro de 2015

A criança que há em mim

Existem várias coisas que eu admiro nas crianças: a inocência, a facilidade delas pensarem que todo mundo é bom... Além disso, elas acreditam que tudo é possível e se tornam grandes diante de obstáculos gigantes! 

E sabe o que eu acho melhor nelas? A capacidade de fazer amigos mesmo antes de saber o nome deles. Conseguem perdoar mais rápido do que conseguem brigar. Tornam todos os dias, o dia mais feliz da vida. Não guardam rancor por causa de bobagens...

Analisando o comportamento delas, sinto que ainda sou uma criança. Pelo menos, em alguns aspectos. Não vejo maldade nas pessoas, embora isso me frustre várias vezes porque adultos são malvados, sim! Daí, quebro a cara, me decepciono e fico triste.

Igual a elas, me sinto feliz todos os dias, mesmo sem motivos. E isso pode fazer com que pessoas (adultas) não gostem disso ou não me entendem. Tento ser forte diante de cada "gigantesco obstáculo", mesmo sabendo que, talvez, eu não vá vencê-lo. Mas não desisto fácil!!

Pretendo sim, manter a criança viva dentro de mim! Sempre com sorriso nos lábios, sempre confiante e sempre batalhadora. Infeliz de quem leva a vida muito a sério, focando no que pode dar errado e nunca no que pode dar certo.

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Sou feliz assim! Viva a criança de cada um!!

Beijos,
Dalva

29 de setembro de 2015

O dilema da separação

Uma seguidora da minha Fan Page usou a seguinte frase: "Me separei...Estou sem rumo. Preciso de uma luz." Fiz umas reflexões sobre essa frase e percebi como as pessoas tem diferentes reações "pós-separação".

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Algumas pessoas parecem que vão morrer de depressão. Outras, nem tanto. São aquelas que sacodem a poeira e saem do chão rapidinho.

Claro que a separação sempre dói, né? Ninguém quer ver longe alguém que sempre viveu pertinho de nós. Mas às vezes, a convivência não ajuda e é melhor viver longe um do outro pra viver bem.

Conheço alguns casais que se dão bem melhor separados do que quando viviam juntos. Antes, não se tinha diálogos e, agora, arrumam palavras para longos diálogos.

Nunca me separei, mas entendo que não há segredos para lidar com uma separação. O que deve haver é maturidade para aceitar e entender que não é possível viver do mesmo jeito. Manter casamento por conveniência? Por favor! Saia da zona de conforto.

Quando há filhos, é um pouco mais difícil, claro. Pois envolvem outros corações que sofrem com a decisão do casal. Mas aí sim é que se precisa ainda mais de maturidade! Os filhos não podem ficar no meio do "fogo cruzado". Eles devem ser preservados e os adultos devem entender que a separação envolve o casal e não os filhos. Ou seja, separa do esposo ou da esposa, mas jamais se separa de um filho.

E sem essa de dizer: "meu casamento não deu certo..." Claro que deu, oras pois! Deu certo enquanto durou! Deu certo pelos momentos bons vividos, pelos filhos que nasceram, pelas histórias que surgiram, etc... por algum tempo, o casamento deu certo, sim! Agora, é uma nova fase.

Agora é andar pra frente, com a cabeça erguida e ver que o mundo é muito maior que quatro paredes. Sair à luta e ver que é possível recomeçar é muito melhor que ficar derramando lágrimas com o passado. 

Pra tudo nessa vida se tem um jeito, só não há mais jeito para a morte. Então, siga em frente!!

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Beijos,
Dalva

18 de setembro de 2015

Mulher: Sexo frágil? Vai vendo...

Participei da II Conferência Intermunicipal de Políticas para as Mulheres do Médio Vale do Itajaí que foi realizada aqui no município de Blumenau em que foi abordada a contribuição dos conselhos de políticas públicas para a efetivação da igualdade, estruturas institucionais para as mulheres nos entes federativos, sistema político com a participação das mulheres e Sistema Nacional de Políticas para as Mulheres.

Imagens da Ingternet

Foi muito bom estar junto com outras mulheres e poder discutir assuntos tão importantes e que, muitas vezes, são ignorados pela grande maioria das pessoas. Algumas coisas me chamaram a atenção e uma delas, foi a fala de uma palestrante que disse: "Perceberam que a mulher nasce para 'cuidar'? Sim, ela cuida dos irmãos, dos filhos, do marido, dos pais, dos vizinhos... enfim, elas cuidam sempre."

Concordei e refleti essa fala com uma preocupação: De fato, cuidamos de todos, mas quem cuida de nós? Cuidamos de nós mesmas até quando é possível e quando não é mais, muito provavelmente, outra mulher irá cuidar de nós.

Não é dúvida para ninguém que não somos mais o sexo frágil. Somos é muito fortes!! Carregamos o mundo nas costas! Temos que ser fortes, pois temos uma grande missão (talvez já imposta pela pressão da sociedade e a coisa já é histórica!) de dar conta de casa, marido, filhos, trabalho, etc...

E fazemos, sim! Tudo isso e, ainda, em cima do salto, meu amor!! Porque mulher é poderosa! Não se entrega, não abaixa a cabeça e dá a volta por cima quantas vezes forem preciso. Óbvio que ainda vivemos num mundo machista que exclui a mulher de muitos processos, infelizmente.

Sem contar com a violência sofrida diariamente. Seja física ou psicologicamente, através de agressões de todos os tipos, cantadas, assédios moral e sexual e por aí, vai... Alguns homens ainda pensam que as mulheres são seus objetos e, por lhes "pertencer", podem abusar, bater, humilhar, etc...

Mas as coisas estão mudando, a mulher, enfim, está se empoderando e buscando seu espaço, garantindo seus direito, através de lutas e movimentos. Estamos ficando "visíveis", finalmente. Fazemos parte da metade da população mundial e somos mães da outra metade! haha Ou seja, somos a maioria. uhuuu!!! Palmas para nós!

Somos indecisas, loucas, engraçadas, belas, fofinhas, fortes, fracas, sentimentais, choronas, sorridentes, enfim, somos complicadas e perfeitinhas. E todo mundo gosta e precisa de nós. Portanto sociedade, mais respeito, por favor! E mais amor também... ah! E mais chocolates também... hahaha

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Se pensa que ainda somos o "sexo frágil", ahan... vai vendo!! 


Beijos,
Dalva

8 de setembro de 2015

Coisas que ouço quando digo que sou vegetariana

Sou vegetariana, mas não fico "pregando" o vegetarianismo a ninguém, sei me portar direitinho... apesar de querer que o mundo todo fosse vegetariano, eu seguro minha onda. Sou discreta e evito falar sobre isso.

Porém, quando falo, muitas vezes me arrependo pois ouço cada comentário... afff! Alguns são engraçados, outros nem tantos... Aí, penso: "Se já falam isso quando digo que sou vegetariana, imagine quando souberem que estou em transição para o veganismo?" Daí, lascou de vez!! hahaha

Sério gente, não me sinto ofendida com os comentários, apenas acho graça...  Já aprendi a lidar e aceitar certas falas, don't matter! Sendo assim, pra matar a curiosidade de alguns, decidi compartilhar aqui as dez frases mais comuns que ouço quase que diariamente:

1. "Você virou hippie?"

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Resposta: E desde quando hippies não comem carne?? Eu hein?? O que uma coisa tem a ver com outra? Vai saber... haha


2. "Você não tem pena do alface?"

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Resposta: Não! Odeio alface! Por isso, quero comer todos até extingui-los! kkkkkk


3. "Você não se sente fraca sem carne? Meu Deus!! Quando fico sem comer carne me dá uma fraqueza..." 

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Resposta: Não me sinto fraca. Pelo contrário, me sinto bem fortinha, inclusive, pratico musculação diariamente. ;)


4. "Se não come carne, come o quê?"

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Resposta: Preciso responder?


5. "E as proteínas??"

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Resposta: Facinha essa, né? haha


6. "Não come carne, mas come peixe, né?"

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Resposta: Oxi!! Agora peixe dá em árvore, é?


7. "Mas nem frango??"

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Resposta: Vide resposta anterior.


8. "Mas você come mortadela, bacon, presunto e nuggets, né?"

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Resposta: Primeiramente, isso nem é comida. Segundamente, primeiramente!


9. "Você não pode ser doadora de sangue, né?" 

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Resposta: Não só posso, como devo! Como qualquer pessoa saudável. Sou doadora de sangue e candidata à doadora de medula óssea. 


10. "Na bíblia diz que os animais foram criados para nos servir de alimento..." (Essa é a que mais me dói aos ouvidos...)

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Resposta: Nem preciso responder, né gente?? Pecadinho deles...

Ai ai ai... cada coisa! Por sorte, muitos acreditam e se interessam pela filosofia do vegetarianismo. E com esses, eu até arrisco um diálogo sério, mas nem sempre eu consigo... daí, vou levando a vida do meu jeito. Sendo feliz e saudável. <3

Beijos,
Dalva

26 de agosto de 2015

O valioso tempo dos maduros

Não é segredo para quem me conhece que a chegada da velhice me assusta um pouquinho, né? Bem, sempre que me imagino velhinha, longe dos meus filhos, bichos, amigos e de todos os tipos de amores que tenho, me bate uma depressão danada! 

Mas quando me deparo com certas leituras sobre esse assunto, vejo que não sou a única a me preocupar com isso. Porém, algumas outras pessoas, pensam diferente de mim. Me deparei com esse texto e não resisti em compartilhar aqui! É muito bom!!! 

O Tempo que Foge, de Ricardo Gondim (Há quem diga que é de Mário Coelho Pinto de Andrade):

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. 

Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. 

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. 

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. 

As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena.  E para mim, basta o essencial!" 

Não é lindo??? Algumas coisas já tenho colocado em prática. Agora, vou aprimorar e aproveitar a delícia de estar na idade que estou, curtindo somente o essencial!!

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Beijos,
Dalva

11 de agosto de 2015

Namoro à moda antiga

Namorar é tão bom, né? Adoro!!! Vivo há mais de vinte anos com o meu marido e a gente ainda namora. Andamos de mãos dadas, fazemos carinho um no outro, nos beijamos demoradamente, dançamos de rosto coladinho e tudo mais que aprendemos na nossa adolescência em ralação a namoro e paixão.

Sou da época do "namoro de antigamente" e afirmo, com todas as letras, que era muito bom mesmo! Na época, a gente só podia se ver na quarta e no sábado... a saudade quase nos matava hahaha E não se tinha telefones celulares para ligar ou mandar mensagens a toda hora, muito menos, redes sociais! :O

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Aquela espera na janela da sala, com a melhor roupinha e perfuminho, aquela saudade de dar e receber o abraço mais apertado e sincero que só se dá em quem se ama mesmo... ahhhh... bons tempos! Receber um recado através de um amigo ou amiga... ai ai ai (suspiros...)

Tínhamos os bailinhos à tarde, e podíamos dançar musica lenta de rostinho colado, ouvindo a respiração do outro e sentindo o coração bater mais rápido. Só de vê-lo na rua ou passando para a sala de aula, já me causava aquela sensação de ter borboletas no estômago... hehehe

Pegar na mão, no cabelo, dar um beijinho no pescoço ou no cantinho da boca eram coisas incríveis!!! Parecia pecado!! haha Que peninha que os casais de hoje perderam um pouco desse romantismo inocente daquelas épocas... 

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Saudades dessa época.

Beijos,
Dalva

6 de agosto de 2015

Despedidas

Papo chato esse negócio de despedidas, né? E não falo de "tchau e até depois ou até amanhã"... falo daquelas de dizer "adeus" mesmo. Adeus, pra nunca mais... 

A gente conhece pessoas tão bacanas e queremos que elas fiquem pra sempre por perto, mas quando isso não acontece, lá vem um coração dilacerado.

É óbvio que existem pessoas que conhecemos e que preferimos nunca mais vê-las... nesse caso, baita alívio! Mas a conversa aqui hoje é sobre os queridos e queridas que cruzam nossos caminhos e depois somem. Por que fazem isso com a gente?? Sacanagem!!

E olha que estou falando só de gente que vai embora de cidade, estado, país ou só de bairro mesmo. Essas já nos matam de saudades, mas por sorte, temos a vantagem de nos "ver" pelas internet's da vida. SALVE A TECNOLOGIA!! Por isso, amo a tecnologia, pois ela nos aproxima dessa gente.

Agora, triste mesmo, é quando essas pessoas se vão, e nem sequer temos tempo de nos despedir, né? Aí, a coisa fica séria! Como assim? A pessoa desaparece da nossa vida e nem dá tchau? Falo da morte (palavra triste para escrever, né?). Esta intrusa que nos leva alguém repentinamente e pra nunca mais voltar, as pessoas que amamos, amigos, conhecidos, etc...

Por que é tão difícil lidar com a ida de  alguém? Por que não temos um botãozinho no peito pra controlar a dor da saudade?

Definitivamente, eu ainda não aprendi a lidar com as despedidas. Isso se deve ao fato de eu me apegar muito nas pessoas... ah, mas que fique claro que só naquelas que eu gosto, ok?

Enfim, pode ser clichê, mas a frase a seguir é a mais pura verdade:

"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha e não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso." (Frase da internet, dizem que é do Charles Chaplin)

Então, é isso mesmo, cada pessoa que a gente conhece, leva um pedacinho de nós. E deixa um pedacinho conosco... é o que chamamos de "memória".... E assim, é a vida: cheia de idas e vindas. As vezes, só ida, mas nunca só vinda... 


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Beijos,
Dalva

27 de julho de 2015

O amor na terceira idade

Então, hoje vou tratar de um assunto aqui que eu adoro que é a terceira idade. Dia desses, já postei um texto bem legal falando sobre o comportamento de idosos neste post aqui. Mas hoje, especificamente, vou escrever sobre o relacionamento amoroso que envolve essa fase.

Como é bonitinho ver um casal de idosos namorando, né? É muito fofo!! Parecem adolescentes apaixonados. Por sorte,  a expectativa de vida no Brasil tem aumentado e isso, tem dado muitas oportunidades para os velhinhos. 

Conheço muitas pessoas que, ao perder seu companheiro na velhice, acham que não pode mais refazer a sua vida no campo afetivo. Outras pessoas, como filhos e netos também não apoiam a reconstrução afetiva de seus pais ou avós! Que egoísmo esse, gente! Eu discordo totalmente disso! Sou a favor sim, que cada pessoa deva refazer a sua vida se assim achar um companheiro(a) que o faça feliz. Pronto falei!

A paixão não é um privilégio só para os jovens, não. Esse sentimento está presente em todos os indivíduos e é necessário que se reconstrua a vida amorosa até para a auto-realização e a manutenção da auto-estima. Ajuda a viver! 

É um paradoxo, mas envelhecer é uma vitória, pois algumas pessoas morrem, outras envelhecem. Portanto, o que é melhor? Morrer ou envelhecer? Embora, eu tenha uma visão otimista, reconheço que existem envelhecimentos nem tão bem sucedidos, e ainda, aqueles sem nenhum sucesso. Mas isso, não pode afetar aqueles que podem e devem viver um novo amor.

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Minha mamis é um exemplo que é possível reconstruir a vida amorosa na terceira idade. Após ter ficado viúva, deu jeito de criar os filhos e ficou sozinha por muito tempo. Sempre relutava em arrumar um novo companheiro, embora eu sempre dei maior apoio pra ela arrumar um novo love.

Porém, ela não se sentia confortável em "namorar" de novo. Tinha medo de sofrer ou da nossa desaprovação para a relação com uma nova pessoa. Ficava quietinha, na dela e nem queria sair muito para as "baladas" da terceira idade, apesar de eu sempre incentivá-la a participar dessas coisas.

Enfim, eis que ela tomou coragem, incentivada por uma amiga e vizinha e começou a participar desses encontros. Ela se empolgou, gostou de frequentar esses espaços até que arrumou um namoradinho... hahahaha

Inicialmente, ela sentia-se sem jeito em nos contar. Mas criou coragem e nos comunicou de seu relacionamento com essa pessoa. Nos apresentou e, para nossa alegria, ele é uma pessoa de bem. Ficamos aliviados e felizes, acima de tudo, pois minha mãe teria uma nova change de viver um grande amor.

Hoje, ambos estão juntinhos (a relação já dura cinco anos), se divertem em bailinhos, viajam, visitam amigos e parentes. Almoçam e jantam fora, compram coisinhas juntos e são bem felizes. Parecem um casal de jovens namorados. <3


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Por isso é que digo: Viva o amor!!! Independente da idade ou da circunstância, o importante é amar e se sentir amado. Toda pessoa pode e deve recomeçar um novo relacionamento e ser feliz.

Beijos,
Dalva

18 de julho de 2015

Aniversário: "Is it just another day"?

Aniversário, como diz meu filho "it's just another day". Concordo com ele, porém, não posso negar que é bom ser mimada e receber um monte de carinho (e presentinhos também, claro!! haha).

Nessa data, eu faço um milhão de reflexões, principalmente depois que passei dos quarenta... Sabe aquela sensação de se achar velha demais para ser nova, mas ainda se achar nova para ser velha? Pois é, me sinto bem assim.

Por sorte, graças aos amigos me sinto jovem, rejuvenescida e com a autoestima lá no alto! As redes sociais ajudam muito, pois todos "lembram" do dia do nosso níver... hahaha São tantas mensagens lindas, criativas, carinhosas e engraçadas que meu dia, realmente, fica sensacional!! E eu me sinto F-A-B-U-L-O-S-A!!

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Os fofos da academia que eu frequento, certa vez, me prestaram uma feliz homenagem no meu dia! Foi muito bacana! Cheguei na academia, logo cedo, e colocaram a música "Parabéns" da Xuxa! Achei tão bacana e original. Me senti o máximo!! Todos pararam de treinar e cantaram junto. E depois, todos vieram me abraçar! Como não gostar dessa data, gente?? A-M-E-I!!!



Enfim, por mais que o aniversário seja "just another day" é um dia que me deixa bem feliz, pois me aproxima mais ainda dos meus queridos. Acho dia 18 de Julho uma data linda! E por isso quero desejar aqui, um feliz aniversário para mim, porque eu mereço!! hahahaha

Imagem da Internet

Parabéns para mim!!


Beijos,
Dalva

8 de julho de 2015

Nação zumbi

Dia desses lendo uma postagem de um amigo no Instagram me dei conta que estamos nos tornando "zumbis". Sim, me incluo e incluo você que está lendo esse post neste exato momento!

Vou explicar, o post do amigo falava dos males que a típica postura de olhar para o celular podem causar à nossa coluna. Ele utilizou a figura abaixo para ilustrar a postagem:

Imagem da Internet

Caramba! Na hora em que li, me dei conta que estava exatamente nessa última posição! Eu estava num terminal de ônibus e resolvi checar meus arredores. Choquei!! Vi um povo aglomerado na mesma posição, todos olhando seus celulares! De cara, pensei: "Todos Zumbis, inclusive eu!" Afff...

Imagens da Internet - Colagem minha

Que medo, gente!! Essa "nação zumbi" não é típica do "The Walking Dead", pois esses não comem o cérebro de ninguém, na verdade, deixam os cérebros serem "comidos" pela tecnologia...

Futuro: o que nos aguarda? Boa reflexão para os próximos dias...


Beijos,
Dalva

6 de julho de 2015

TAG: AMO/ODEIO

Olá!!
Hoje vou responder a mais uma Tag. Essa é "Tag: AMO/ODEIO" que a Mary Rocha respondeu no blog dela e me marcou para responder também. Obrigada pela indicação, querida. ;)

Até hoje, só respondi a uma Tag, essa é a segunda. Achei bem legal por isso, compartilho aqui. A tag é bem simples. Consiste em listar 10 coisas que amo e 10 coisas que odeio e no final indicar 10 blogs para responder essa tag (vou indicar menos, mas quem quiser participar, esteja a vontade). Sendo assim: Eis as minhas respostas:

10 coisas que Amo

1- Amo - Meus filhos e Marido
2- Amo - Animais
3- Amo - Ficar em Casa
4- Amo - Escrever e Pesquisar
5- Amo - Meu Blog
6- Amo - Minha Vida
7- Amo - Ouvir música
8- Amo - Estar com a família e amigos
9- Amo - Dormir no sofá :D
10- Amo - Ser como sou.

10 coisas que Odeio

1- Odeio - Gente que maltrata animais
2- Odeio - Gente Grossa
3- Odeio - Mentiras
4- Odeio - Inveja
5- Odeio - Filas
6- Odeio - Gente que fura filas
7- Odeio - Fofocas
8- Odeio - Sentir fome
9- Odeio - Perder gente querida
10- Odeio - Preconceito

Arquivo Pessoal

Está respondida! Espero que gostem de conhecer mais um pouquinho sobre mim. Agora indico os Blogs:
Beijos,
Dalva

16 de junho de 2015

Há pessoas e pessoas nesse mundo

Gente! Eu ainda consigo me impressionar com a atitude de alguns seres aqui na face da Terra!!! Sim, porque existem seres que são "surpreendentes" mesmo! Quando digo seres, quero dizer "pessoas", essas por sua vez, são diferentes em vários aspectos e um deles, vou citar um exemplo aqui.

Estava eu indo para um órgão público aqui na minha cidade resolver coisas burocráticas quando, ao me dirigir ao aparelhinho de senhas, um rapaz totalmente sem noção, quase se matou para passar na minha frente e pegar a senha antes de mim. Só faltou me empurrar...

Olhei com cara de paisagem pra ele, achando que era brincadeira... não era. O infeliz retirou a senha e foi sentar-se. Ok. Bufei, contei até dez, retirei a minha senha e fui sentar-me até ser atendida. Chegou minha vez e o atendente me orientou a preencher um formulário e a voltar para atendimento, sem a necessidade de senha.

Porém, como sou "raposa velha", decidi pegar a senha novamente pra não ter de ficar pra trás de toda aquela multidão, caso se esquecessem de mim. Então, de formulário preenchido, lá fui eu novamente pra maquininha de senhas e cheguei, ao mesmo tempo, que um outro rapaz que gentilmente, com um sorriso, me cedeu a vez. 

Educada que sou, uma vez que eu já havia passado pelo primeiro atendimento, deixei que ele pegasse a senha primeiro, já que ele chegou ali naquele momento e iria demorar mais do que eu. Pra minha surpresa, esse rapaz insistiu que eu ficasse com a primeira senha.

Nesse caso, resolvi aceitar. A educação foi tanta que não tive como negar. Agradeci ao moço e fui para o meu lugar aguardar o segundo atendimento. Lá sentada, comecei a comparar os dois rapazes.

Como pode ter pessoas tão diferentes em tão pouco espaço de tempo? Fiquei surpresa com a atitude do bom moço, pois mal educados, já estou acostumada a conviver e em vários lugares. Mas espera aí? Não está errado esse negócio?? Eu não deveria ficar surpresa com o outro que foi um grosso e mal educado??

Pois é, minha gente. Não se fazem mais pessoas como antigamente, não! Tá todo mundo doido. Fiquei matutando o que leva às pessoas a esses comportamentos e não cheguei a nenhuma conclusão. Não me venham dizer que é o estresse, a correria do dia a dia, muito trabalho, etc, etc... disso eu também sofro e nem por isso, sou mal educada com ninguém.

Eu faço o bem porque eu me sinto bem... por que os outros não fazem?? Enfim, só desejo que essas pessoas alcancem a felicidade logo, pois gente feliz não enche o saco. 

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Beijos,
Dalva